Bolsonaro: oferecemos asilo aos médicos cubanos que queiram ficar no País

 

São Paulo – De volta à ativa após alta médica, o presidente Jair Bolsonaro reiterou a oferta de asilo a médicos cubanos que queiram permanecer no Brasil, apesar do encerramento do programa Mais Médicos. Ele ainda criticou Cuba pela decisão de convocar os profissionais de saúde de volta ao país de origem.

“Meses atrás, exigimos que a ditadura cubana revisse as regras impostas aos profissionais cubanos participantes do Mais Médicos, que recebiam apenas uma pequena parte de seus salários e não tinham liberdade para ver seus familiares”, escreveu em sua conta oficial no Twitter. “De forma irresponsável, Cuba suspendeu sua participação subitamente, colocando em xeque o caráter humanitário do acordo feito com o PT”, escreveu Bolsonaro.

Ao reforçar a oferta de asilo, o presidente criticou a esquerda. “Oferecemos asilo aos que cidadãos queriam ficar em nosso país. A esquerda, mesmo assim, poupou a ditadura e colocou na conta do novo Governo (…)”.  Bolsonaro disse que, com isso, “milhões ficaram sem atendimento”

Entretanto, o próprio presidente era um crítico ferrenho do programa à época em que era parlamentar. Em novembro do ano passado, já eleito presidente, Bolsonaro chegou a afirmar que parte dos médicos cubanos seria, na realidade, composta por militares e agentes infiltrados.

EXAME

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